Quem poderia imaginar que o primo pobre do Terceiro Milênio, excluído dos meios infovirtuais, teria um lugar privilegiado na produção cultural? O livro, esse objeto tido como "obsoleto", parece adquirir todo o vigor de produto cultural (produção humana/ humanizada), resistindo ao controle do imaginário e do pensamento.
De todos os produtos da cultura, são os audiovisuais os que padecem na tirania da Técnica, cujo desfecho, profetizado por Marx, potencializa a reificação do produto, a menos valia do trabalho e a desumanização do homem. O sistema capitalista é a vigência da Técnica, por isso as produções culturais sofrerem essa alienação. E quando são artes, agonizam a perda da aura.
Até mesmo os artistas midiáticos estão reclamando. Seja áudio, seja visual, a produção cultural está conhecendo no suporte infovirtual uma linguagem nociva aos direitos autorais e ao custeio do artista e do produtor. Quando muito, são respeitados num barateamento inescrupuloso, para depois serem violados nas comunidades de partilhamento de acervos. A pirataria é apenas adiada e vem se afirmando um mal inevitável.
Já a Galáxia de Gutemberg, discriminada e banida do mundo infovirtual, enfrenta o problema da reprodução (xerox) ilegal, mas tal mecanismo não dispõe da pulverização própria do sistema de internet, pelo qual todas as informações são acessíveis imediatamente para todo o mundo a qualquer tempo.
Se os escritores se juntarem e buscarem fortalecer suas organizações representativas e corporações de classe, podem firmar acordos e contratos mais interessantes para o livro, o editor e o próprio escritor.
De todos os produtos da cultura, são os audiovisuais os que padecem na tirania da Técnica, cujo desfecho, profetizado por Marx, potencializa a reificação do produto, a menos valia do trabalho e a desumanização do homem. O sistema capitalista é a vigência da Técnica, por isso as produções culturais sofrerem essa alienação. E quando são artes, agonizam a perda da aura.
Até mesmo os artistas midiáticos estão reclamando. Seja áudio, seja visual, a produção cultural está conhecendo no suporte infovirtual uma linguagem nociva aos direitos autorais e ao custeio do artista e do produtor. Quando muito, são respeitados num barateamento inescrupuloso, para depois serem violados nas comunidades de partilhamento de acervos. A pirataria é apenas adiada e vem se afirmando um mal inevitável.
Já a Galáxia de Gutemberg, discriminada e banida do mundo infovirtual, enfrenta o problema da reprodução (xerox) ilegal, mas tal mecanismo não dispõe da pulverização própria do sistema de internet, pelo qual todas as informações são acessíveis imediatamente para todo o mundo a qualquer tempo.
Se os escritores se juntarem e buscarem fortalecer suas organizações representativas e corporações de classe, podem firmar acordos e contratos mais interessantes para o livro, o editor e o próprio escritor.
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