O Natal é um momento de partilha irrestrita. Sem limites, a confraternização universal é capaz de unir o rito pagão do Papai Noel e o nascimento do Cristo Salvador. Melhor chance para mudarmos, suscetíveis aos bons sentimentos e pensamentos.
Tomados pela graça divina, podemos reconhecer nossos erros e limitações, bem como agradecer nossas virtudes que a força do Sagrado nos dá.
Deveríamos começar por praticar aquilo que ensinamos às crianças: não roubar, não matar, respeitar, amar a todos, justamente os Ensinamentos do Deus Criador.
As novas perspectivas são cada vez mais claras e dialogadas: rumamos para a compreensão de nossa relação interpessoal com os outros e com a natureza. Esse o caminho para refazer valores, abandonando o lucro desenfreado, o egoísmo e a cobiça/avareza para abraçar o cuidado, o saber, o diálogo. Há tempo ainda para entrarmos no Terceiro Milênio.
Nele poderemos construir o que sempre tivemos como meta: paz, amor, saúde, união, alegria e prosperidade.
Só há sentido em ser rico para gastar contra a fome e a pobreza. Liberdade, igualdade e fraternidade terão lugar garantido no nosso destino: melhorarmos.
sábado, 22 de dezembro de 2007
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